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Economia

GIC Brasil apresenta show com 600 drones em homenagem à ABRAS e destaca expansão no varejo

Redação Saiu Agora
21 de setembro de 2026 às 21:51
GIC Brasil apresenta show com 600 drones em homenagem à ABRAS e destaca expansão no varejo
Foto: Divulgação
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Seiscentos drones iluminaram o céu de Campinas, no interior de São Paulo, em uma homenagem da GIC Brasil à Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) e aos profissionais que movimentam o varejo no país. A apresentação foi realizada durante a ABRAS’26 Food Retail Future, convenção que reuniu líderes do varejo alimentar entre os dias 20 e 23 de setembro, no Royal Palm Plaza.

O espetáculo foi criado especialmente para a 60ª edição do encontro. Com os equipamentos sincronizados, a GIC transformou o céu em uma narrativa visual sobre a força do varejo, a importância da integração entre empresas e o impacto econômico de uma atividade presente em todas as regiões brasileiras.

Show de drones representa conexão entre tecnologia e varejo

A escolha dos drones foi associada pela empresa à capacidade de transformar um grande conjunto de pontos em uma operação coordenada. No varejo, essa lógica aparece na integração entre lojas, centros de distribuição, estoques, fornecedores, dados e consumidores. Quando essas informações são conectadas, as empresas conseguem identificar problemas com mais rapidez e tomar decisões antes que eles afetem o funcionamento das unidades.

“Escolhemos os drones porque eles materializam uma ideia que está no centro do nosso trabalho: transformar potência em resultado. Milhares de pontos, quando conectados, ganham força e constroem algo maior”, afirmou Ivan Fernandes, CEO e fundador da GIC Brasil.

Segundo o executivo, a homenagem reconhece a trajetória da ABRAS e o trabalho de todos os envolvidos no varejo. A associação representa o setor supermercadista brasileiro, uma área que reúne supermercados, atacarejos, empresas fornecedoras e diferentes elos da cadeia de abastecimento.

“Esta homenagem reconhece a trajetória da ABRAS e a todos que fazem o varejo acontecer. Estar ao lado de redes que representam uma parcela tão relevante do setor reforça a responsabilidade da GIC e nosso compromisso de continuar contribuindo para a evolução do varejo brasileiro”, declarou Fernandes.

Clientes da GIC somam R$ 293 bilhões no Ranking ABRAS

A participação da GIC na convenção ocorre em um momento de presença da companhia entre empresas de grande faturamento do varejo alimentar. De acordo com levantamento da própria GIC, os clientes da empresa que aparecem no Ranking ABRAS somam R$ 293 bilhões em faturamento. O valor equivale a 40% do faturamento total considerado no ranking.

O Ranking ABRAS é uma referência para acompanhar o desempenho das maiores empresas do setor supermercadista no Brasil. A presença de clientes da GIC nesse grupo indica a atuação da companhia em operações de grande escala, que dependem de controle de estoques, abastecimento eficiente e acompanhamento permanente dos processos de loja e distribuição.

O que é a estratégia antirruptura

Um dos conceitos apresentados pela empresa é o de antirruptura. No varejo, a ruptura acontece quando um produto procurado pelo consumidor não está disponível para compra, mesmo que exista demanda. O problema pode ocorrer por falhas no abastecimento, erros de inventário, dificuldades de recebimento ou problemas na distribuição.

A proposta da GIC é usar tecnologia para identificar situações que possam comprometer a operação antes que elas provoquem perda de vendas ou impacto no lucro. A empresa resume esse processo em três etapas:

  • transformação de dados em informações úteis;
  • conversão dessas informações em inteligência para a tomada de decisão;
  • aplicação de ações para corrigir problemas e proteger a operação.

Na prática, a abordagem busca ir além do diagnóstico. Em vez de apenas apontar que determinado produto está em falta ou que uma etapa apresenta falhas, a solução pretende apoiar a empresa na identificação da causa e na adoção de medidas corretivas.

Plataforma RUB avança no varejo farmacêutico

Outra frente destacada pela GIC Brasil é a expansão para o varejo farmacêutico. A movimentação ocorreu a partir de um projeto desenvolvido com uma grande rede de atacarejo. Com a adaptação, a plataforma RUB passou a contemplar processos específicos de operações que trabalham com medicamentos e outros produtos sujeitos a controles adicionais.

O setor farmacêutico exige rastreabilidade e conformidade sanitária em diferentes etapas. Isso significa que as empresas precisam manter registros capazes de acompanhar a origem, a movimentação e o controle de determinados produtos. A tecnologia aplicada a esses processos ajuda a organizar informações e a reduzir riscos operacionais.

Entre os recursos incorporados à solução estão:

  • controle de lote e data de fabricação dos medicamentos;
  • registro do número de registro sanitário e de certificados;
  • inventário e contagem de produtos rastreáveis por lote;
  • processos relacionados a medicamentos controlados;
  • etiquetagem e movimentações específicas da operação farmacêutica.

O controle por lote permite localizar com mais precisão os produtos dentro da operação. Já o acompanhamento de datas, registros sanitários e certificados contribui para a organização documental e para o cumprimento das exigências aplicáveis ao segmento. No caso dos medicamentos controlados, os procedimentos específicos são importantes para manter o controle das movimentações e das responsabilidades envolvidas.

Tecnologia busca reduzir perdas e aumentar controle

A atuação da GIC nos dois segmentos mostra como as ferramentas digitais passaram a ocupar espaço central na gestão do varejo. Em supermercados, atacarejos e farmácias, pequenas falhas podem gerar consequências em cadeia: um item não recebido pode provocar falta na loja; um inventário desatualizado pode distorcer pedidos; e uma informação incompleta pode dificultar o controle de produtos regulados.

Ao apresentar o show de drones durante a convenção, a empresa associou sua marca a uma visão de varejo baseada em integração, automação e uso estratégico de dados. O evento da ABRAS, por sua vez, serviu como espaço para que líderes do setor discutissem as transformações e as estratégias que devem orientar o futuro do varejo alimentar brasileiro.

Para o consumidor, os efeitos esperados de soluções desse tipo aparecem principalmente na disponibilidade de produtos, na organização das lojas e na segurança dos processos de compra e abastecimento. Para as empresas, o objetivo é reduzir falhas, antecipar problemas e transformar informações operacionais em decisões capazes de proteger o resultado do negócio.

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