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Polícia

Menino de 9 anos é atingido por disparo em Alfenas; Polícia Civil investiga caso

Redação Saiu Agora
25 de setembro de 2026 às 15:23
Menino de 9 anos é atingido por disparo em Alfenas; Polícia Civil investiga caso
Foto: Divulgação
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Um menino de 9 anos foi atingido por um disparo de arma de fogo em Alfenas, no Sul de Minas. A criança foi levada ao Hospital Alzira Velano, recebeu atendimento médico e teve alta. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) instaurou um inquérito para apurar como o tiro aconteceu, de onde partiu o disparo e quem era o responsável pela arma.

As primeiras informações indicavam que o menino poderia ter sido atingido por uma bala perdida enquanto estava na rua. No entanto, durante o levantamento inicial do caso, surgiu a suspeita de que a arma utilizada pudesse pertencer ao padrasto da criança. Essa hipótese ainda não foi confirmada pelas autoridades e é justamente um dos pontos que estão sendo investigados.

Menino foi atendido e recebeu alta em Alfenas

De acordo com o Hospital Alzira Velano, o menino chegou à unidade com um pequeno sangramento na região da barriga. Ele passou por atendimento médico e, depois da avaliação, foi liberado. Até o momento, não foram divulgadas informações que indiquem a necessidade de internação ou a gravidade de eventuais lesões além do ferimento informado pela unidade de saúde.

Mesmo com a alta hospitalar, o caso mobilizou os órgãos responsáveis pela proteção da criança e pela investigação criminal. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a situação. O órgão atua na garantia dos direitos de crianças e adolescentes e pode adotar providências de proteção quando há suspeita de violência, negligência ou exposição a risco.

Polícia Civil procura esclarecer origem do disparo

A mãe do menino foi encaminhada à delegacia e já prestou depoimento. Segundo a Polícia Civil, a arma usada no disparo ainda não foi localizada, assim como o proprietário do armamento. A corporação informou que realiza diligências para esclarecer a dinâmica do ocorrido e identificar todas as circunstâncias relacionadas ao caso.

O inquérito policial é o procedimento utilizado para reunir informações, depoimentos, laudos e outros elementos que possam ajudar a esclarecer um possível crime. Nesta etapa, a investigação ainda está em andamento. Por isso, não há confirmação pública sobre quem efetuou o disparo, se houve negligência no armazenamento ou manuseio da arma, nem sobre o local exato em que o tiro foi realizado.

O que ainda precisa ser esclarecido

  • De onde partiu o disparo que atingiu a criança;
  • Em que circunstâncias a arma foi manuseada;
  • Quem era o proprietário ou responsável pelo armamento;
  • Se o tiro ocorreu na rua ou em outro local;
  • Se houve falha na guarda da arma ou participação de terceiros.

A diferença entre um disparo acidental, um tiro efetuado de forma intencional e uma ocorrência envolvendo uma arma deixada ao alcance de alguém é determinada pela apuração policial, pelos depoimentos e pelos exames técnicos. A identificação da arma também pode ser importante para confrontar as versões apresentadas e verificar a procedência do armamento.

Investigação ainda não aponta responsáveis

Até a última informação divulgada, a Polícia Civil não havia localizado a arma e não havia informado a identidade do proprietário. Também não foi divulgado se alguém foi preso ou indiciado. O fato de a mãe ter sido ouvida não significa, por si só, que ela seja suspeita ou responsável pelo disparo. O depoimento faz parte da coleta de informações necessária para reconstruir o que aconteceu.

O caso deve continuar sendo acompanhado pela PCMG, que poderá ouvir outras pessoas, analisar o local do disparo e solicitar exames periciais. Como o menino é menor de idade, informações que possam expô-lo ou permitir sua identificação devem ser preservadas, conforme as regras de proteção previstas para crianças e adolescentes.

A ocorrência reforça a importância de manter armas de fogo sempre guardadas em local seguro, sem acesso de crianças e adolescentes, e de comunicar imediatamente às autoridades qualquer situação de risco. Em Alfenas, a investigação seguirá sob responsabilidade da Polícia Civil, enquanto o Conselho Tutelar acompanha as medidas de proteção relacionadas ao menino.

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