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Investigação conclui: morte de idosa em Campestre não teve conotação criminosa

Redação Saiu Agora
28 de abril de 2026 às 19:07
Investigação conclui: morte de idosa em Campestre não teve conotação criminosa
Foto: Divulgação
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Análise detalhada aponta para causas naturais e condições de saúde

Após investigação minuciosa, a Polícia Civil de Minas Gerais confirmou que a morte de Regina Helena Vieira de Souza Marques, uma idosa de 74 anos encontrada em um cafezal no município de Campestre, não teve relação com violência ou qualquer ato criminoso.

Os exames periciais e análises complementares realizados no Instituto Médico-Legal (IML) de Poços de Caldas e em laboratórios de Belo Horizonte evidenciaram a ausência de sinais de agressão física, violência sexual, envenenamento ou ingestão de substâncias tóxicas. Anteriormente, a perícia já tinha descartado qualquer hipótese de suicídio ou ação criminosa na morte.

Contexto Clínico e Circunstâncias que envolvem o caso

De acordo com as apurações, Regina apresentava um quadro inicial de comprometimento cognitivo, compatível com demência. Essa condição, possivelmente agravada por um acidente de trânsito ocorrido dias antes, no município de Alfenas, pode ter contribuído para uma desorientação que culminou na sua morte inexplicável e na localização em área rural.

Durante as diligências, testemunhas relataram que a vítima tinha sinais de confusão mental antes de desaparecer, o que reforça a hipótese de um episódio de desorientação. A polícia também rastreou o trajeto percorrido por Regina desde sua última saída em São Paulo, buscando entender melhor seu deslocamento.

Esforço conjunto das forças de segurança

Representantes das polícias de Alfenas, Campestre e Poços de Caldas trabalharam integrados, empenhados em coletar evidências e esclarecer o ocorrido. Segundo o delegado regional Marcos Pimenta, toda a equipe esteve dedicada a descartar qualquer possibilidade de ação criminosa, o que culminou na conclusão de que a morte foi de causas naturais.

O inquérito policial foi encerrado e encaminhado às autoridades competentes, consolidando a compreensão de que o caso foi motivado por fatores clínicos e ambientais, e não por violência ou crime.

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